23 de janeiro de 2016

Na neve do não esquecimento

Frágil é o silencio, tão frágil como a solidão
tão frágil como a memória
e lembranças que pairam no tempo
são as horas que se arrastam
os minutos, os segundos
os dias, as noites
e as madrugadas em claro
e a ausência é aquela que dissipa a esperança
não há força de sopro da vida
não há vigor
são as pálpebras
os olhos melancólicos
as mãos frias
no entanto esse é o meu semblante mais pacifico.